talvez eu deva me matar antes do início das aulas
assim não vou precisar me preocupar com notas,
com colegas,
com explicações,
com corações quebrados,
com uma mãe monstro
e um pai repulsivo:
talvez eu deva ir embora,
antes que ele me dê mais hematomas,
mais corações quebrados
ou motivos para ir embora
eu não quero mais motivos para ir embora,
eu não suporto mais isso,
eu não quero mais essa dor,
esse sofrimento,
essa voz,
essa preocupação,
essa falta de cor,
essa falta de essencias,
essa falta de mim.
eu quero que esse seja o fim,
pois eu já não tenho mais nada a provar,
pois eles tiraram tudo de mim.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
"sometimes i feel like i’m losing the battles for a war i don’t understand. sometimes i feel like i don’t know what i’m talking about.
like i’m chasing causes that have no consequences i can feel, taste, smell.
do you ever stumble in the dark? does it make you afraid? when you tread a tightrope who stops you falling?
sometimes i ride cars to nowhere. eat butterflies when i’m not hungry.
do you see now?"
sábado, 3 de dezembro de 2011
Acabei excluindo uma das postagens porque não estava feliz com ela. Quando eu escrevi, foi apenas algo que surgiu na minha mente e precisei tirar de lá rapidamente. Agora que li novamente, vi que ah... não estava feliz com ela, e pronto.
Não estou feliz com coisa alguma. Não é coisa de ultimamente.
Andei tendo sonhos assustadores e absurdos, como se eu estivesse entrando em uma parte da minha mente que até então permanecia intocada. Uma pequena fagulha e o fogo começou. Foi tudo muito assustador, era como se alguém tentasse me impedir de entrar lá naquela partezinha do meu cérebro onde ficam escondidas memórias tão profundas e obscuras: coisas que qualquer cérebro gostaria de apagar. Tudo muito fantasioso mas passando apenas uma mensagem: já aconteceu antes. E pode acontecer de novo. Queria escrever mais, tirar esse peso, essa mágoa de mim... mas é tudo tão vergonhoso que tudo o que consigo fazer é engolir o choro e continuar com essa coisa toda presa dentro de mim.
Não vou deixar o monstro sair.
domingo, 20 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Recebi uma poesia de uma pessoa que é poesia.
Micca
A solidão pode ser maior que o amor.
Micca, Micca
Tu podes sentir falta do que nunca teve, provou ou imaginou
Eles estavam errados quando disseram que não.
O concreto pode ser um sonho
Teus medos estão em um alçapão
Teu cabelo lembra a cor de um pulso
Mangas compridas em um dia de verão?
Por quê tu sentes tanto?
Por quê às vezes tu não sentes nada?
(A resposta está em quem faz a indagação)
Micca, Micca
Tua janela mostra um céu cinza
Talvez no teu mundo falte mágica
Ou falta uma história trágica?
Em qualquer lugar o alçapão pode se abrir:
No banho enquanto o vermelho escorre,
Rodeada de pessoas quando ninguém vê,
Ou nas tuas ideias quando alguém não crê
A culpa vem, mas por quê?
O vazio a toma, tão pequenininha...
Micca, Micca
A tua essência às vezes desaparece
A insanidade bate na tua porta sem hesitar
Na tua casa
Na tua mente
Aonde existe a janela
Que mostra...
Uma...
Paisagem...
Que sempre vem...
Acinzentar.
Ana.
Foi escrito pela Ana fofa.
Obrigada, Ana. De coração.
A solidão pode ser maior que o amor.
Micca, Micca
Tu podes sentir falta do que nunca teve, provou ou imaginou
Eles estavam errados quando disseram que não.
O concreto pode ser um sonho
Teus medos estão em um alçapão
Teu cabelo lembra a cor de um pulso
Mangas compridas em um dia de verão?
Por quê tu sentes tanto?
Por quê às vezes tu não sentes nada?
(A resposta está em quem faz a indagação)
Micca, Micca
Tua janela mostra um céu cinza
Talvez no teu mundo falte mágica
Ou falta uma história trágica?
Em qualquer lugar o alçapão pode se abrir:
No banho enquanto o vermelho escorre,
Rodeada de pessoas quando ninguém vê,
Ou nas tuas ideias quando alguém não crê
A culpa vem, mas por quê?
O vazio a toma, tão pequenininha...
Micca, Micca
A tua essência às vezes desaparece
A insanidade bate na tua porta sem hesitar
Na tua casa
Na tua mente
Aonde existe a janela
Que mostra...
Uma...
Paisagem...
Que sempre vem...
Acinzentar.
Ana.
Foi escrito pela Ana fofa.
Obrigada, Ana. De coração.
domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Ela era outono. As folhas caíam, a temperatura também. Ele era verão. O calor e as chuvas do verão.
Ela era cheia de flores tão bonitas, mas era também tão imprevisível. Quem diria que a Garota Outono deixaria suas flores e folhas, que tão bem cuidou, caírem?
Ele, caloroso e simpático, reserva os dias mais longos, os momentos mais longos.
O problema é que estações passam. O problema é que estações nunca se encontram.
Ela era cheia de flores tão bonitas, mas era também tão imprevisível. Quem diria que a Garota Outono deixaria suas flores e folhas, que tão bem cuidou, caírem?
Ele, caloroso e simpático, reserva os dias mais longos, os momentos mais longos.
O problema é que estações passam. O problema é que estações nunca se encontram.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
You contrast and compare
Between the busy ones and the ones who don't care
Until there is no one
That you really know
So I drift through these days
Of appointments and promises made
They will all end up broken
And quickly replaced
Weeks are slow, days drag on
Even practice and parties seem long
but I find myself going
I guess there's nothing to do, oh well
Group of kids, line of cars
more will show up after the bars close
There's this boredom that drowns everything
Bottles break, music plays
conversations competing for space
I look for a corner or a quieter room
There's no heat in this house
I can't breathe with these words in my mouth
But I'm not going to say them
Yeah, I've made that mistake before
On the stairs, she grabs my arm
Says whats up, where you been, is something wrong?
I try to just smile
And say everything's fine
Between the busy ones and the ones who don't care
Until there is no one
That you really know
So I drift through these days
Of appointments and promises made
They will all end up broken
And quickly replaced
Weeks are slow, days drag on
Even practice and parties seem long
but I find myself going
I guess there's nothing to do, oh well
Group of kids, line of cars
more will show up after the bars close
There's this boredom that drowns everything
Bottles break, music plays
conversations competing for space
I look for a corner or a quieter room
There's no heat in this house
I can't breathe with these words in my mouth
But I'm not going to say them
Yeah, I've made that mistake before
On the stairs, she grabs my arm
Says whats up, where you been, is something wrong?
I try to just smile
And say everything's fine
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Você sabe a falta que está fazendo?
Eu entendo seus motivos para sumir, apenas não entendo seus motivos para sumir da minha vida.
E aí você faz coisas que me deixam em duvida se você é realmente meu amigo, ou não...
Talvez esperar você voltar seja o mais apropriado e depois tomar alguma atitude.
Espero que essa sensação de vazio não seja por sua culpa.
Espero que essa sensação de que um buraco está se formando entre nós seja apenas minha impressão. Apenas paranoia.
Eu entendo seus motivos para sumir, apenas não entendo seus motivos para sumir da minha vida.
E aí você faz coisas que me deixam em duvida se você é realmente meu amigo, ou não...
Talvez esperar você voltar seja o mais apropriado e depois tomar alguma atitude.
Espero que essa sensação de vazio não seja por sua culpa.
Espero que essa sensação de que um buraco está se formando entre nós seja apenas minha impressão. Apenas paranoia.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
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